terça-feira, 15 de março de 2011

Baile das Mulheres - 2º edição do Amplitude Sonora




DIRETAMENTE DO RIO DE JANEIRO PRA CAMAÇARI

Samantha Rego
- Muleca XIII 24 anos de idade, 6 de RAP e Graffiti.

Ministra oficinas de graffiti em favelas do Rio desde os 18 anos.

Autodidata em desenho animado, ministrou em 2008 e 2009 a oficina AnimaCic de
criaçao e desenvolvimento dessa arte. Pertence ao coletivo de artistas Comando Selva 22, faz parte das crews Coletivo
Natural (RJ) e Nova Dezordem (BA), e é integrante da Artefeito, organização de
ações em prol dos Direito Humanos. http://www.artefeito-cultura.blogspot.com/
Mahara é o nome artístico de , Patrícia
Moreira que canta, rima, versa e compõe com influências do blues, reggae e
jazz. Estudante de pedagogia desde cedo gosta de escrever sobre seus
sentimentos. Influenciada por amigos, que a incentivaram a cantar suas
composições, e Para quem já tinha se acostumado com a mistura do hip hop com
outros estilos, a cantora ousa ainda mais transpondo nas suas músicas seus
sentimentos. Essa soteropolitana que a parti de garimpados de beats ”batidas”
na internet e compartilhados por amigos beatmakers serviram como pontapé
inicial para o nascimento de sua primeira musica “Na Trilha” - que retrata
musicalmente de sua forma de pensar e agir no mundo. Gravada no estúdio Coro de
Rato, em Salvador. Mahara começou no Rap por acaso, em 2004 onde começou a colocar
em pratica suas composições. Em 2009 começou a cantar nos palcos com diversas
apresentações sendo cogitada como umas das cantoras revelações da cidade.www.myspace.com/maharasoul
*Cantora oficial do Malê Debalê e do Batuque Black.
A cantora Cida
Black, vocalista da banda Batuk Black, que também valoriza a cultura negra
e os ritmos dos tambores africanos, foi a escolhida durante uma seleção que
aconteceu em três domingos consecutivos. Cida é a única cantora mulher no Malê
e dividi o palco com mais quatro cantores.

Seu primeiro carnaval à frente do grupo, no sábado
e na segunda-feira, no circuito Dodô, foi definido pela cantora com muita emoção.
“Fiquei muito feliz de poder cantar em um bloco cheio de foliões, com várias
alas trazendo temas diferentes, foi maravilhoso”, conta. Mas essa não foi a
primeira experiência dela na maior festa popular do mundo. “Já fiz um carnaval
com a Batuk Black antes”, diz. Durante o desfile do bloco Malê, Cida ainda foi
homenageada pelo Dia da Mulher.